Atenção leitores

ESTAMOS TRABALHANDO PARA MELHORAR O BLOG - Algumas janelas ainda não estão prontas - Desculpe o transtorno,
Não trabalhamos com venda de plantas e não enviamos sementes.

FEEDBACK - Agradecemos o recebimento de quem tem informações adicionais sobre as plantas postadas neste blog, especialmente se não concordarem com o que temos escrito ou se têm dicas culturais adicionais, pois isso certamente ajudaria a todos.

COMENTÁRIOS - Tentamos responder os comentários na medida do possível, infelizmente não estamos conseguindo atender a todos. Os comentários passam por moderação e não são publicados de imediato, não serão aceitos comerciais.

TATARÉ, JACARÉ - ( Chloroleucon tortum (Mart.) Pittier )

08:03 2 Comments A+ a-


Árvore nativa, espinhenta, de copa larga e bastante ramificada.
 TATARÉ - Chloroleucon tortum
NOME CIENTÍFICO: Chloroleucon tortum (Mart.) Pittier.

NOME POPULAR: Tataré, jacaré, jurema, angico-branco, vinhático-de-espinho.

SINONÍMIA: Pithecellobium tortum,  Cathormion tortun.

FAMÍLIA: Fabaceae – Mimosoideae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Brasil – Costa Atlântica.

PORTE: Chega atingir 12 metros de altura.

FOLHAS: Compostas, bipinadas, com 3 pares de pinas, cada uma com até 8 pares de folíolos oblongos.

 TATARÉ - Chloroleucon tortum - Detalhe das folhas bipinadas

FLORES: Floresce no verão, tem coloração branca-amarelada, tem formato de um pequeno pompom.

FRUTOS: A maturação ocorre no final do inverno / início da primavera, tem formato espiral e  produz  sementes com tamanho de 0,5 cm. É conhecida popularmente como "orelha de macaco".

 TATARÉ - Chloroleucon tortum - Detalhe do fruto ainda verde.
 TRONCO: De coloração branca-acinzentada, chega a medir cerca de 50 cm de diâmetro, tem casca fina, descamante e formato tortuoso.

 TATARÉ - Chloroleucon tortum - Detalhe do tronco com casca descamante
LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Regar de forma moderada 1 vez por semana.

CLIMA: Aprecia clima subtropical. Não tolera frio intenso.

PODA: Não necessária, mas pode ser realizada poda de formação, retirando ramos secos e mal formados e brotações laterais.

CULTIVO: Aprecia solo arenoso, com a presença de matéria orgânica. Só depois de adulta começa adquirir troncos tortuosos, o que demora mais de 5 anos.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio da muda, incorpore um pouco de esterco animal muito bem curtido ou composto orgânico.

UTILIZAÇÃO: Com seus galhos retorcidos e tronco descamante, conferem a esta árvore, um aspecto diferente, chamando atenção a todos que por ela passam, fica maravilhosa em grandes jardins.

Nota: O pintor e paisagista modernista Burle Marx, foi responsável pela colocação desta árvore nativa em nossos jardins.

PROPAGAÇÃO: Por sementes, a emergência ocorre em menos de 1 mês, mas é baixa.

FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei no Jardim Botânico Plantarum, em Nova Odessa / SP.  O endereço do local está na margem direita deste blog.

VIDEO: Veja no site “Um pé de que?”, com Regina Casé:

2 comentários

Write comentários
3 de fevereiro de 2017 13:52 delete

oi esta espécie te espinhos? E pode ser encotradas em parques e praças em SP?

Reply
avatar
|§@@©
AUTHOR
26 de março de 2017 01:37 delete

eu vi essa árvore e achei ela linda então peguei algumas sementes, gostaria de saber como plantar a semente para obter muda.

Reply
avatar